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Dedetização: Conheça mais sobre o poder do Cupim

Os cupins são insetos conhecidos pelo hábito de se alimentarem preferencialmente de celulose, atacando papéis, livros, estruturas de madeira, obras de arte, ou qualquer outro material derivado deste composto.Os cupins são insetos conhecidos pelo hábito de se alimentarem preferencialmente de celulose, atacando papéis, livros, estruturas de madeira, obras de arte, ou qualquer outro material derivado deste composto. Apenas 10% das quatro mil espécies que existem no mundo são consideradas pragas urbanas, por dividirem espaço com o homem, causando prejuízos a ele.

Os cupins são pequenos, inteligentes e organizados. Por existirem no planeta há mais tempo que o homem, isso indica uma grande capacidade de adaptação aos diversos ambientes no meio urbano e rural.São insetos de hábitos sociais, ou seja, assim como as formigas e abelhas, eles vivem em colônias bem unida, organizada e dividida em castas, com funções específicas, como reprodução, alimentação, cuidado com os ovos, entre outras. Basicamente, há três castas: operários, soldados e reprodutores.

Cupins operários

Constituem a casta mais numerosa da colônia. Os cupins operários não possuem asas, são cegos e não apresentam estruturas reprodutoras desenvolvidas, ou seja, são incapazes de reproduzirem. São responsáveis pela coleta dos alimentos, nutrição dos demais membros da colônia, cuidado com os jovens e ovos e construção dos ninhos e galeria.

Cupins soldados

De um modo geral, podem ser identificados por suas mandíbulas fortes e desenvolvidas, mas isso não é característica comum a todas as espécies. Assim como os operários, não possuem asas e também são estéreis e cegos. Na maioria das espécies, os soldados apresentam a cabeça pigmentada. São responsáveis pela defesa da colônia, que pode ser feita por meio de sua poderosa mandíbula ou ainda através de substâncias irritantes que são expelidas por uma glândula situada na cabeça do soldado de algumas espécies. Como são os indivíduos mais diferenciados na colônia, os soldados geralmente são utilizados para a identificação da espécie.

Cupins reprodutores

Há reprodutores com asas, denominados alados ou imagos, que se tornarão reis ou rainhas de futuras colônias. Ao contrário dos soldados e dos operários, eles possuem olhos, asas e órgãos reprodutores bem desenvolvidos. Sua função, portanto, é gerar novos indivíduos para a colônia. Esses reprodutores alados são popularmente conhecidos como “aleluias” ou “siriris” e saem em revoadas em períodos quentes e quando a umidade do ar está alta.

Em algumas espécies, as rainhas podem viver por muito tempo, chegam a botar até 2000 ovos por dia e podem viver até 15 anos. Quando os reis e rainhas morrem, são substituídos por outros reprodutores. Dessa forma, uma colônia pode durar muito tempo. Se pensarmos na existência de reprodutores secundários, podemos imaginar que uma colônia de cupins tende a ser eterna, se não houver intervenção humana. Os primeiros indícios de uma infestação de cupins são percebidos quando são encontrados farelos de madeira ou túneis feitos nas paredes do imóvel, caracterizados por uma lista escura.

Esses insetos não vivem somente em árvores e móveis de madeiras, a maioria das espécies esta no solo, onde fazem seus ninhos a uma profundidade que pode chegar a 30 metros. As operárias saem em busca de alimentos no raio de até 450 metros de distância do ninho, e assim podem chegar até o mais alto andar de um prédio.

Isso acontece porque durante a construção, os cupins utilizam os furos dos tijolos para penetrarem na estrutura (obra), fazendo caminhos que os protegem da luz e da umidade. Após a conclusão da obra e com a instalação de materiais à base de celulose (móveis projetados, quadros, portas, portais, etc), utilizam tomadas e outras aberturas para saírem de dentro da parede até chegar nesses locais que serão consumidos pelos cupins operários.Estes levarão esse alimento (celulose) até a colônia para alimentarem as ninfas e rainhas.

O Cupim é uma das piores pragas!

Seu ataque se dá de dentro para fora, de forma silenciosa, causando sérios danos econômicos, financeiros e psicológicos ao homem. Em geral, a parte externa de árvores, móveis, portas e portais estão intactos, porém, a parte interna pode estar totalmente destruída.  É importante que se tenha conhecimento sobre os ninhos de cupins, pois no caso de infestação, é essencial saber identificá-los e localizá-los para que possam ser eliminados de modo eficaz.

Os ninhos são construídos a partir de uma mistura de solo, partículas de madeira, saliva e fezes dos cupins. Podem estar situados no interior de peças de madeira, nas paredes de construções, em madeiras estruturais e, em sua maioria no solo. As espécies rurais formam montes de terra em campos de pastagens e espaços abertos. Os ninhos podem conter de centenas a milhares de indivíduos, variando de acordo com a espécie e grau de infestação. As espécies que atacam construções urbanas geralmente possuem hábitos discretos.

Nesse caso, os cupins se locomovem quase que exclusivamente dentro de túneis e galerias, onde ficam protegidos e raramente são vistos. Fora de seu ninho, o cupim é muito sensível, sendo vulnerável ao ataque de predadores e à dessecação (secar devido à luz). Os túneis geralmente acompanham pequenas reentrâncias no solo ou nas paredes, sendo pouco perceptíveis.

Em grandes infestações, essas galerias podem acompanhar a fiação elétrica e de telefonia, causando grandes prejuízos ao homem. Os cupins podem construir seus ninhos em meio ao reboco e paredes de alvenaria, utilizando geralmente vãos e espaços ali existentes. Portanto, para se localizar um foco de térmites (cupins), deve-se estudar a planta da casa, em busca de vãos estruturais, paredes duplas, lajes duplas ou rebaixadas ou qualquer espaço oco propício à instalação dos cupins. As mandíbulas de algumas espécies são tão fortes que podem perfurar tijolos maciços e o betume utilizado para selar as juntas de pisos, tijolos e azulejos.

Estrutura do ninhoUm ninho de cupim é formado por algumas camadas, descritas a seguir:• Camada externa: consiste em uma camada de terra bastante dura que protege a colônia. A terra é endurecida quando é misturada à saliva dos cupins/operários;

  • Endoécia ou câmara nupcial: câmara destinada ao casal real. Ali são colocados os ovos que gerarão os novos indivíduos da colônia;
  • Periécia ou canal de comuicação: são galerias que levam os cupins ao meio externo e se comunicam com fontes de alimentos. Possuem uma localização mais periférica na colônia;
  • Paraécia ou bolsas de manutenção climática: consiste na região do solo que circunda o cupinzeiro. Essa região é responsável pela manutenção de uma temperatura constante, bem como da umidade ideal do ninho;
  • Câmara de celulose: consiste na maior parte do ninho. Nessa câmara é depositada a matéria orgânica. Os jovens são criados nesse local.

 

Proteja a sua casa e a sua família contra cupins

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Prejuízos causados por Cupins

O status de peste dos cupins (térmitas) em meio urbano é baseado no impacto econômico do dano que eles causam às edificações, que é expresso em custos com prevenção, controle e reparo do dano estrutural. No Brasil três espécies de cupins são responsáveis por prejuízos de um bilhão de dólares por ano em áreas urbanas e rurais.
Danos potenciais:

  • Diversos danos nas madeiras e consequentemente os custos de reparação;
  • Na maioria das vezes os seguros das habitações não cobrem danos causados por cupins;
  • Desvalorização de imóveis;
  • Danos a documentos, móveis e obras de arte;
  • Incêndios;

 

Tipos mais encontrados:

  • Cupim subterrâneo;
  • Cupim Arbórico;

 

Como controlar os cupins:

  • Barreira Química;
  • Barreira de Pré-construção:Como o próprio nome diz, pré-construção, é o tratamento preventivo do solo que deverá ser feito antes de iniciar qualquer construção com a finalidade de prevenir a contaminação por parte dos cupins subterrâneos, da espécie Coptotermes, e arbóricos, da espécie, Nasutitermes dentre outras espécies.
  • Barreira de Pós-construção: A barreira química de pós-construção é um procedimento que deve ser realizado de forma preventiva, para evitar infestação do solo/área construída por cupins, ou um tratamento do solo em uma área construída e já contaminada por cupins subterrâneos, da espécie Coptotermes, e arbóricos, da espécie, Nasutitermes dentre outras espécies.
  • Tratamentos Paliativos;
  • Tratamento curativo: Tratamento dos locais já infestados tais como, portas, portais, frechais, teto, quadros, armários, guarda-roupas, móveis embutidos, mesas, cadeiras, paredes, caixas de papelão e outros;

 

Cupins Subterrâneos

Os cupins subterrâneos são representados pelas famílias Rhinotermitidae e Termitidae. Esses cupins são popularmente conhecidos como “cupins de solo” ou “cupins de parede”. No ambiente urbano, a espécie que causa mais danos ao homem é a Coptotermes gestroi, também tratada por Coptotermes havilandi por outros autores. Essa espécie é originária da Ásia e foi introduzida no Brasil nas décadas de 20 e 30, provavelmente através da chegada de cargas contaminadas aos portos brasileiros ou por meio de infestações nos próprios navios que aportavam em nosso litoral.

Os cupins operários de Coptotermes gestroi são os indivíduos mais numerosos da colônia e podem viver até 5 anos. Esses indivíduos apresentam coloração creme e são maiores que os soldados, que, por sua vez, atingem aproximadamente 5 mm de comprimento. Os cupins soldados dessa espécie são caracterizados por suas mandíbulas de pontas finas e recurvadas. Eles possuem coloração alaranjada e são bastante agressivos. Quando ameaçados, expelem uma secreção esbranquiçada a partir de uma glândula da cabeça.

A rainha pode chegar a 2 cm de comprimento e possui o abdômen exageradamente grande, devido ao desenvolvimento do aparelho reprodutor. Ela pode viver até 15 anos e quando morre é substituída por outra reprodutora derivada de uma ninfa. Assim, uma mesma colônia pode permanecer ativa por muito tempo. As colônias de Coptotermes gestroi geralmente são enormes, podendo abrigar até um milhão de indivíduos e a sua área de forrageamento (busca de alimento) pode ser imensa, uma vez que deixam o ninho e conseguem percorrer uma distância de mais de 450 m de raio até o alimento, que pode ser madeiras em uma obra ou um móvel projetado recém-instalado por exemplo.

Os ninhos de cupins podem ocorrer em paredes de construção, sem contato direto com o solo, ou podem ser subterrâneos, até 30 metros de profundidade, mostrando pouco ou nenhum sinal de sua presença, exceto quando a infestação é severa e túneis externos são evidentes. Eles são formados por uma mistura de fezes, saliva, solo e partículas de madeira. Geralmente são caminhos finos, de cor cinza a creme, que seguem paralelos à parede. Em alguns casos, esses caminhos podem ser localizados saindo das paredes em forma de ‘Charutos’ perpendicular à parede.
Os ninhos são construídos em meio ao reboco das paredes e tijolos e seus túneis podem acompanhar pequenas reentrâncias e até mesmo conduítes por onde passam as fiações elétrica e telefônica.Esses cupins subterrâneos são disseminados para outros lugares por meio de transporte de peças contaminadas ou através de revoadas que foram novos reis e rainhas aptos a desenvolver uma nova colônia.

Danos causados por cupins subterrâneos Esses cupins merecem bastante atenção, uma vez que infestam e destroem madeiras de móveis projetados, portas, portais, quadros, obras de arte, documentos e outros derivados de celulose, como papel e papelão. Eles atacam paredes e pisos, podendo danificar tomadas e interruptores.
Identificação de um foco de cupins subterrâneosPara se identificar um foco de cupins subterrâneos, deve-se procurar indícios como:

  • Túneis de terra, presentes nas paredes das construções ou em locais úmidos;
  • Restos de solo e fezes nas peças de madeira infestadas;
  • Presença de asas de reprodutores alados;
  • Verificação de locais propícios, como vãos estruturais da construção, paredes duplas ou lajes duplas;

    Wesley Sabino
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